Dia 18: Olhar a floresta, não a folha. Dois gains e o processo no lugar.
Resultado do dia: 1.350 pontos, R$ 270. Dois trades, dois gains, dezoito dias sem violação.
Ontem foi um dia difícil. Hoje o processo funcionou do começo ao fim.
O primeiro trade foi na tendência. Médias alinhadas, esperou o candle de força como gatilho, entrada na região exata. O mercado foi 185 pontos contra e depois foi ao alvo de 850 pontos. Saí no alvo. O mercado andou mais depois. Registrei uma reflexão importante: “ontem num dia travado acabei deixando vários pontos na mesa tentando recuperar, então hoje o processo foi correto, fiz da forma que estava prevista.”

Essa consciência é o que separa hoje de vários dias anteriores. Ontem o alvo longo era tentativa de recuperação. Hoje o alvo foi projetado com critério técnico e mantido até o fim.
O segundo trade veio num topo duplo, contra a tendência. Esperou a região, esperou o momento, entrou com calma. O mercado foi 175 pontos contra. Sem pressão, sem interferência. Saiu no alvo de 500 pontos. Nota 7.

Dois trades com os dois lados do mercado, compra e venda, ambos dentro do operacional, ambos com alvo mantido, ambos saídos no alvo.
O aprendizado do dia vai além da técnica: operar bem é operar com contexto, olhando a floresta e não a folha. Nos dias ruins da jornada o foco estava na folha, no candle imediato, na recuperação do trade anterior, no medo do próximo stop. Hoje o foco estava na leitura maior do mercado e as entradas apareceram naturalmente dentro desse contexto.
Dezoito dias sem violação. A sequência mais longa desde o início da Fase 1.
Seguir o processo. Essa foi a frase do dia. E hoje ela apareceu no resultado.
Quando você opera com o contexto maior do mercado em mente, o que muda na qualidade das suas entradas?
