Dia 15: Operar é fazer o simples.

Resultado do dia: 1.000 pontos, R$ 200. Um trade, um gain, quinze dias sem violação. Nota 8.5.

Ontem a ganância colocou o alvo em 1.045 e o trade andou 890 pontos. Hoje o alvo estava em 1.000, projetado num fechamento de gap, e o mercado foi direto ao alvo com apenas 20 pontos contra.

A diferença entre os dois dias não foi o mercado. Foi o processo.

O mercado estava volátil na abertura. Esperei. Deixei a captura de liquidez acontecer, identifiquei a região de compra, aguardei o candle de força como gatilho. Médias alinhadas, stop além da liquidez, alvo técnico no fechamento do gap. Entrei com calma e convicção. O mercado foi ao alvo e andou mais 1200 pontos além.

Sem momento de pressão. Sem interferência no meio do trade. Sem mudar nada.

Registrei uma reflexão no final: “poderia ter deixado o alvo maior? O mercado andou mais 1200 pontos depois.” Reconheço que o pensamento apareceu. Mas desta vez ficou só como reflexão, não como arrependimento. O alvo estava projetado com critério técnico num nível claro. O mercado ir além não invalida a decisão.

Isso é diferente de ontem. Ontem alonguei o alvo por ganância e perdi o gain. Hoje mantive o alvo técnico e sai no alvo. O mercado foi além nos dois dias. A diferença está em como cheguei ao alvo.

Quinze dias sem violação depois do reset. A sequência mais longa desde a violação do dia 19 de maio.

A frase do dia foi a mais simples de toda a jornada: operar é fazer o simples. Esperar o momento certo. Entrar com convicção. Manter o alvo técnico. Sair no alvo. Recomeçar amanhã.

Quando tudo funciona bem no trade, o que você sente que está diferente no seu processo?

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