Dia 6: Vi três trades certos e não entrei. Entrei no errado.
Resultado do dia: 250 pontos negativos, R$ 50 de prejuízo. Um trade, um loss, seis dias sem violação.
Ontem foi o melhor dia da jornada. Hoje o medo voltou.
Registrei no sentimento do dia com clareza: “ontem foi um dia excelente, hoje já tive medo de tomar o stop e isso fez com que eu só entrasse no trade perdedor.”
Vi três oportunidades ao longo do dia que estavam dentro do meu operacional. Não entrei em nenhuma das três. Teria dado gain nas três. Quando finalmente entrei, foi numa operação sem setup, sem as médias alinhadas, com o stop no lugar errado. Tomei a violinada clássica. O mercado foi direto ao alvo depois do stop.

Tinha um compromisso às 11h30 e sabia que não poderia operar depois. Esse contexto de pressão de tempo pode ter contribuído para a hesitação nas entradas certas e para a pressa na entrada errada.
O que ficou mais importante no diário de hoje não foi o loss. Foi uma frase que registrei no final: “antes eu teria culpado o mercado, hoje vi que foi minha culpa.” Essa consciência vale mais do que qualquer resultado financeiro.
O padrão que apareceu hoje é o oposto do que aconteceu ontem. Ontem cheguei com confiança, entrei nos setups certos, mantive o plano. Hoje cheguei com medo do stop, hesitei nas entradas corretas e entrei na errada. O mercado foi o mesmo. O estado interno foi completamente diferente.
Seis dias sem violação de regra. O stop foi honrado, o dia foi encerrado dentro do plano. Mas o trabalho que fica para amanhã é simples: confiar em mim. Entrar nos trades que o processo indica, sem hesitar, sem esperar confirmação de que não vai stopar, porque essa confirmação nunca vai existir.
O stop faz parte. Sempre fez. A diferença entre ontem e hoje estava em saber disso na prática, não só na teoria.
Confiar em mim. Essa foi a frase do dia.
Você já ficou de fora de trades certos por medo e entrou no errado logo depois?
