Dia 11: A semana para esquecer. E o que ela está ensinando.

Resultado do dia: 480 pontos negativos, R$ 96 de prejuízo. Três trades, dois losses, um stop gain no zero. Onze dias sem violação.

Vou ser direto: essa foi a semana mais difícil desde a sequência que me fez questionar tudo no mês passado. E registrei no diário a frase que aparece quando o limite emocional chega: “talvez eu não seja um trader de verdade.”

Já escrevi isso aqui antes. Sei o que significa e sei que não é verdade. Mas precisa estar documentado porque esse blog existe exatamente para isso.

O primeiro trade teve o setup certo mas o alvo errado. Refiz uma entrada com captura de liquidez, processo correto, mas coloquei o alvo em 1.800 pontos na contra tendência. O trade andou 865 pontos a favor. O alvo original de 500 teria sido atingido com folga. Saí no zero. Registrei com honestidade: “operando como amador, coloquei o alvo muito longo.”

O segundo trade foi contra a tendência principal num mercado em forte queda. O mercado atingiu exato o alvo de 500 pontos. Mas o stop saiu antes. Loss de 250 pontos..

O terceiro trade veio com o campo “pensamento antes da entrada” registrado como “tentando recuperar.” Mercado em forte tendência de baixa e eu comprando. Loss de 250 pontos. Não tomaria de novo.

Três trades. Três entradas contra a tendência principal. O primeiro perdeu o gain por ganância no alvo. O segundo e o terceiro não deveriam ter acontecido.

O padrão dessa semana está claro agora com distância: contra tendência, alvo alongado, hesitação nos trades certos e entrada nos errados. São os mesmos comportamentos documentados nas últimas semanas, mais concentrados e mais intensos.

Onze dias sem violação de regra. Isso não é pouco numa semana assim.

O que fica de aprendizado não cabe numa frase. Mas começa aqui: operar a favor da tendência principal, com alvo realista e sem tentar recuperar o que a semana levou.

A semana acabou. Segunda começa do zero.

Você já teve uma semana que quis esquecer completamente e o que fez para resetar antes da próxima?

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