Dia 27: O primeiro foi perfeito. Os dois seguintes não deveriam ter existido.

Resultado do dia: 20 pontos, R$ 4. Três trades, um gain, dois losses. Trinta e sete dias sem violação.

O primeiro trade veio no período do meio. Região de venda, perda de força, entrada na região exata, médias alinhadas, candle fechado, stop curto de 150 pontos. O mercado foi 100 pontos contra, fiz a proteção de forma técnica quando o trade andou a favor, e o mercado foi direto ao alvo de 500 pontos. Saí no alvo. Nota 7. Sem momento de pressão.

Depois disso o dia deveria ter encerrado.

O segundo trade veio com viés de alta num mercado que já tinha virado para baixo. Registrei antes de entrar: “imaginando que o mercado iria retornar para alta, mas na verdade já tinha virado para baixa.” O mercado foi 175 pontos a favor e voltou no stop. Loss de 255 pontos. Nota 5.5.

O terceiro trade veio logo depois, ainda com o viés de alta, sem setup, querendo recuperar. Registrei antes de entrar: “sempre o terceiro trade é desnecessário.” Sabia. Entrei assim mesmo. O mercado foi 65 pontos a favor e direto no stop. Loss de 225 pontos. Nota 5.5. Não tomaria de novo.

Três trades. O primeiro foi processo correto, gain limpo, sem pressão. O segundo e o terceiro não deveriam ter acontecido e o próprio registro do diário antes de entrar já mostrava isso.

A frase do dia chegou com clareza depois de tudo: “operar após o loss é quase sempre loss.” Essa frase está documentada nessa jornada de formas diferentes há semanas. Hoje ela apareceu em dois trades seguidos no mesmo dia.

O resultado do dia fecha em R$ 4 positivo. Quase zero. Com só o primeiro trade o dia teria fechado em R$ 100 positivo com processo impecável.

Trinta e sete dias sem violação formal. O primeiro trade mostrou o que está disponível quando o processo é seguido. Os outros dois mostraram o que ainda precisa de correção.

Quando você tem um gain no primeiro trade, consegue encerrar o dia ali ou sempre sente o impulso de continuar?

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